Araxá – MG

Depois de muito tempo planejando, eu e mais três amigas conseguimos tirar do papel nosso final de semana em Araxá -MG, cidade natal de uma delas. Aproveitamos o feriado e fomos no intuito conhecer alguns pontos turísticos e provar as comidas da mãe da Gabi, quase igualmente famosas, hahaha. Conseguimos uma carona, jeito mais fácil de economizar dinheiro na estrada, e chegamos lá por volta do meio dia. Extremamente bem recebidas com uma parmegiana, descansamos um pouco e fomos conhecer o Barreiro, a grande atração de lá.

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Não muito longe da cidade, este parque é composto pelo Grande Hotel, uma construção enorme e luxuosa que, apesar de um pouco mal conservada atualmente, é uma atração por si só, sendo possível fazer um tour por toda sua estrutura. Rica em atividades para quem decide ficar hospedado, os banhos e massagens são o carro chefe, mas também há opções ao ar livre como trilhas ecológicas, pescaria, passeios de bicicleta, caiaque, stand up e até arco e flecha. Além dos lagos que proporcionam um visual lindo, com várias aves soltas por ali, o complexo conta ainda com as fontes de águas sulfurosas, que dizem ter propriedades curativas. Uma delas nomeada Dona Beija, a qual cede o nome também para um Museu fora do parque, cheio de peças e mobiliário do século XIX que vale a pena ser visitado.

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No dia seguinte fomos conhecer o Horizonte Perdido, que originalmente era uma fazenda, mas foi descoberta pelos praticantes de vôo livre que a elegeram como ideal para a prática do esporte. É localizada numa altitude de 1350m, tornando a vista indescritível! O local possui dois restaurantes bem aconchegantes, construídos de madeira e com uma vista panorâmica de toda aquela natureza. Servem comida típica mineira e, como não podia ser diferente, os doces caseiros são um espetáculo a parte. Porém, o que realmente chama a atenção nesse lugar, apesar de toda a infraestrutura, é a paisagem repleta de verde, o vento manso, o silêncio dentro e fora da mente, trazendo uma paz tão grande que te faz não querer ir embora. O bucolismo e a serenidade tiram o fôlego, não se pode deixar de conhecer.

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Quanto a noite, fomos em um dos muitos restaurantes japoneses que existem na cidade, o Sushi , simples e delicioso. Depois, terminamos em um bar e restaurante chamado Bossa Nova, com o estilo mesas na calçada e boas caipirinhas. No dia estava acontecendo um festival de massas e o cheiro era maravilhoso! Pena que não chegamos a experimentar. De maneira geral, a cidade é bastante democrática, oferecendo inúmeras opções de culinária e bom som para finalizar os dias cheios de natureza e história.

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Guarda do Embaú – SC

Guarda do Embaú é uma praia charmosa que quem visita Santa Catarina não pode perder. Distrito do Município de Palhoça, é um recanto de beleza natural. A cidade é composta por ruas simples, a maioria de terra. É daquelas para você ir, estacionar o carro e esquecer, porque de agora em diante é só a pé.

Para chegar a praia é necessário atravessar um rio, o rio da Madre, seja a nado ou por barquinhos. A travessia a nado é tranquila para quem não tem nada para carregar, a distância é curta e a profundidade é pouca. Os barquinhos são para sete pessoas, conduzidos por um pescador e custam R$3 cada ida ou volta. Para hospedar, existem pousadas e casas de aluguel, todas maravilhosas e num estilo único, contrastando com a simplicidade da praia.

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A vantagem e a desvantagem da Guarda do Embaú é a precária infra-estrutura. Ao mesmo tempo em que a torna rústica e preservada, peca em não ter sanitários, por exemplo. Conta somente com algumas barraquinhas que vendem o básico de comida praiana e alugam guardas-sol. Para quem vai de turma e no intuito de aproveitar ali e as rendondezas, não é preciso de mais do que isso. Por este motivo tem um público muito jovem, bem mais vistos do que famílias. Só gente bonita, é impressionante!hahaha

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Com um mar gelado e cheio de ondas, é propício para o surf, esporte pelo qual a praia é famosa. Tem também opções de trilhas para subir a Pedra do Urubu, que rodeia uma lateral inteira da praia e passeios de caiaque e de stand up, no rio. Quem vai ficar mais tempo, deve fazer uma caminhada até a Cachoeira da Zanela, que fica em meio a mata e tem 8 metros de queda dágua e uma piscina natural.

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Por ser pequena, a noite não é caracterizada pelo agito. A Guarda do Embaú combina mais com um reggae e uma roda de amigos. Pra quem faz questão de sair, tem alguns barzinhos e fica a meia hora de Florianópolis, onde as opções são infinitas. Por causa dessa particularidade, que é ter o rio para chegar a praia, as atrações dobram, pois você pode aproveitar as águas mais calmas do rio ou as ondas fortes do mar de lá. É imperdível!

Forró da Lua Cheia

Se existe algo que tem todo meu coração são festivais de música. Eles são, provavelmente, uma das melhores coisas já inventadas. Democráticos, abundantes e divertidos, propiciam uma experiência tão incrível que fica difícil descrever pra todos que te perguntam como foi. Um que me conquistou pela proposta interessante foi o Forró da Lua Cheia, realizado num hotel-fazenda em Altinópolis-SP. São três dias de música e uma energia inigualável.

Onde Ficar – O local conta com uma estrutura excelente para camping, com bastante espaço, tomadas, pias externas e muitos banheiros. Esta área sempre fica cheia, pois é uma experiência diferente e mais barata. Tem muitas árvores que fazem boas sombras para montar as barracas e o terreno é, em sua maioria, plano. Para quem prefere um pouco mais de conforto, são vendidos chalés para grupos, com toalete privativo, bem próximos a área comum.

Onde Comer – Há uma praça de alimentação variada, com opções desde hambúrgueres a comida japonesa. Têm possibilidades para café da manhã, como o clássico pão de queijo com café; para um lanche tranquilo, como açaí; e para uma refeição mais reforçada, como escondidinhos e massas. A cerveja não é barata, mas tem outras alternativas como bebidas de dose e quentão. Aliás, este último fica em uma barraquinha com comida típica de festa junina, incluindo bolos e vários doces caseiros. Você pode também levar os alimentos que quiser, que é o ideal para equilibrar e não gastar demais. Tem gente que faz até churrasco, hahaha! Caixa de isopor também entra, só não são permitidas bebidas alcoólicas e energéticos.

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O que fazer – O fim de semana passa voando. Você conhece tanta gente bacana que o tempo é curto para trocarem ideias suficientes. Não bastasse os inúmeros shows, ainda tem apresentações culturais, piscinas, opções como snackline e atividades circenses e minha parte favorita: curtir o ócio sentada na grama. Ao lado da praça de alimentação existe uma feirinha hippie, com artesanatos e peças de vestuário, tudo vendido por pessoas educadíssimas e de bom astral. Dormir tarde e acordar cedo são de praxe, só para aproveitar ao máximo. Com uma vista linda, o pôr-do-sol é um dos eventos mais esperados e aplaudidos.

Palcos – A propriedade possui três palcos onde ocorrem apresentações de diferentes estilos musicais. Na área da piscina, que fica mais acima no terreno, encontra-se o primeiro deles. Com bandas de MPB, pop-rock e samba, ele funciona durante o dia e é especialmente animado no domingo, que é o último dia, e a galera se reúne pra nadar ou ficar no bar ao lado. Rodeado pela feira, o segundo dos palcos, funciona de dia também e a noite depois dos shows principais, com bandas de forró, xote e reggae. É ótimo para dançar e passar o tempo para ver o sol nascer. O último é o palco principal, localizado no gramado lá embaixo, no qual ocorrem os maiores shows ao anoitecer. Nos últimos dois anos, que foram os que fui, tiveram apresentações de artistas maravilhosos, como Natiruts, Alceu Valença, Seu Jorge, Titãs e Zeca Baleiro. Inclusive, em 2015 foi comemorado 25 anos de Festival!

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Somente indo é possível saber o quão apaixonante é tudo isso. É frio? Bastante. Por isso adiantaram a data desse ano. Vale a pena? Sem dúvidas! Sozinho, com namorado, de turma, você não vai se arrepender. Leve na mochila só o necessário e tenha a mente aberta para aproveitar tudo que é o Forró da Lua Cheia. Um pouco de mim ficou por lá esperando eu voltar muitas e muitas vezes.

Belo Horizonte

Como eu disse, a viagem terminou aqui e foi surpreendente o quanto uma metrópole pode ser tão encantadora. Suspiro só de lembrar. Tivemos como guia essa minha amiga, a qual nos hospedou também e sou muito grata!

Chegamos no início da tarde e fomos clássicos turistas, visitamos o Parque Municipal primeiro, que é incrível. Com uma boa localização, aquele pedaço de natureza, é espaçoso, cheio de coretos, um lago enorme, brinquedos, vendedores de pipoca <3. A tradução de tudo que procuravamos àquela altura. Com o bônus de termos uma futura arquiteta nos contando a história de cada pedaço que víamos. Gastamos um bom tempo ali. O Palácio das Artes é rodeado por este parque e é a próxima parada para quem está visitando a região, mas estava fechado no dia. A redondeza conta com algumas exposições também e, em sua maioria, gratuitas, vale a pena.

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Pra quem curte shoppings, o Pátio Savassi é o paraíso. Nós só demos umas voltas e comemos por lá. Paraíso mesmo são os mirantes que visitamos. O primeiro é o estruturado Mirante do Mangabeiras, que possui dois decks e proporciona uma vista ótima da cidade de um lado e da natureza de outro. O segundo já era mais do tipo subir uma rua de pedras a pé e sentar no chão, mas com uma vista nem um pouco inferior. Aproveitar o pôr-do-sol num destes lugares é um privilégio.

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Minha anfitriã e melhor amiga: Gabi

Agora, sabe o que Belo Horizonte tem de sobra? Cafés. Em uma caminhadinha rápida você se depara com dois, três dessas maravilhas. E eu não podia deixar de citar o Café com Letras, que é simplesmente completo. O lugar tem áreas diferentes, uma cheia de azulejos e luz do sol, outra com movéis de madeira e muitos livros e, por fim, as clássicas mesas na calçada. O cardápio é uma felicidade a parte: várias opções de almoço, lanches, cafés quentes, cafés gelados e até mesmo vinhos. O conjunto é sensacional, tão bom que em três dias fomos lá duas vezes!

À noite, fomos a outro lugar surpreendente de BH, uma rua fechada com barzinhos por toda sua extensão! Escolhemos um temático chamado 80 Bar, com uma decoração retrô e música boa (jukebox e tudo mais). É o ambiente perfeito para se passar horas em boa companhia. Cansou de um bar é só dar uns passos e mudar para outro!

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Jângal

Saindo de lá fomos a outro espaço que se denomina um PubGarden. O Jângal tem como conceito passar a sensação de que estamos no nosso jardim e ao mesmo tempo num boteco, com vários tipos de cervejas, bandas e DJs. No fim acaba virando uma baladinha mesmo e foi o melhor lugar para terminar a andança do dia!

 

Caminho dos Diamantes – Outras Cidades

Confesso que depois de Catas Altas a viagem quase desandou. Sabe os perrengues? Pois é.

A próxima parada foi Itambé do Mato Dentro, que tem uma entrada maravilhosa, você consegue ver as quedas d’água por debaixo da ponte. Famosa pelo ecoturismo, promete além de piscinas naturais, a prática de esportes radicais como escalada, tirolesa, wakeboard e bungee-jump. A cidade em si é bem precária de estrutura, o próprio Instituto Estrada Real a descreve como bucólica, destacando a serenidade dos moradores. Só que como a intenção ali eram as atrações naturais (e nisso ela é riquíssima) iríamos ficar em um acampamento nos arredores, mais próximos dessa parte. Subimos por um longo caminho de terra, mal sinalizado (tivemos de perguntar bastante) e chegamos até o tal acampamento. De longe já dava para ver a cachoeira imensa que ficava logo atrás, era lindo. Só havia um problema: o lugar estava vazio! Completamente. Nenhuma alma viva além do zelador que iria embora as 18h. Como ficar num lugar desconhecido assim, sem mais ninguém, longe da cidade e sem telefone? Não tinha condição. Não sei se isso é frequente ou foi uma falta de sorte.

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Infelizmente, não pudemos aproveitar essa parte, tivemos de voltar todo o caminho e seguir para a próxima cidade na esperança de achar uma acomodação melhor. O problema é que a cidade vizinha é uma vizinha bem distante! Uma serra a perder de vista, parte de terra, parte asfaltada, à noite e com chuva. O tempo que não podia ter sido melhor até agora, resolveu mudar e choveu com vontade. Foi, sem dúvidas, a parte mais sofrida da viagem, hahaha.

https://vizionbikes.wordpress.com/2013/11/18/que-tal-percorrer-a-estrada-real-de-bicicleta/

Já bem tarde chegamos a Conceição do Mato Dentro, que era bem maior comparada à anterior, e dormimos em um hotel simples, mas com um senhor muito gentil. Estávamos salvos por enquanto! A ideia era ficar em outro acampamento, com bem mais suporte, ali na região, chamado Tabuleiro Eco Hostel. Aparentemente é bem interessante, muitas atividades propostas, vários tipos de acomodação (tem quartos para quem não gosta de acampar), uma diversidade de comidas e fica ao lado da famosa Cachoeira do Tabuleiro, a terceira maior do país. A única questão é que a estrada para chegar até ele se torna impossível com chuva. O senhor do hotel em que estávamos já nos alertou que era bem provável que ficassem os atolados no meio do caminho caso tentássemos ir. Esse EcoHostel oferecia o transporte da cidade até lá, mas era uma quantia tão absurda que gastaríamos quase o valor da viagem toda até agora. Desistimos. Tínhamos feito uma reserva que não foi cancelada com sucesso, perdemos o dinheiro e o passeio. Faz parte! Foi a primeira viagem do tipo e a inexperiência pesou nessa hora, mas tudo vira história! Parece ser um ótimo lugar a se conhecer, talvez um dia ainda volte.

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O que tínhamos a fazer então? Perdemos uns dois dias de programação, ou seja, sobrou muito tempo livre. Desistimos de conhecer Diamantina e resolvemos ir para a capital, Belo Horizonte, onde uma super amiga minha mora. Estava decidido, sem mais problemas por essa viagem, deixa para as outras. E assim foi! Não tenho dúvida que foi a melhor escolha. BH é tão rica que merece um espaço só para ela, conto na próxima!

Caminho dos Diamantes – Ouro Preto

O Caminho dos Diamantes vai de Ouro Preto a Diamantina, então é uma boa opção pra quem é de Minas e quer começar sem sair do Estado. Foi o que eu fiz! Fomos eu e meu namorado de carro, sem conhecer nada por lá. Chegamos primeiro a Ouro Preto que, apesar de longe, é uma viagem tranquila. Ficamos por três dias e posso dizer que é a melhor cidade deste percurso, sendo beeem difícil aproveitar tudo o que ela oferece só neste tempo.

Ouro Preto

Onde Ficar – Além dos tradicionais hotéis e pousadas, há várias opções de Hostel por lá. É uma alternativa pra quem quer gastar pouco e conhecer pessoas de outros lugares. Tive uma ótima experiência no UAI Hostel, que foi onde ficamos hospedados. Junto conosco estavam uma belga, uma britânica, além de um boliviano que já estava mais para morador do que hóspede (veio para a Copa do Mundo e não voltou mais) e do anfitrião mais atencioso de todos. Com o bônus de uma coleção incrível de discos de vinil e uma música boa sempre tocando na sala!

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UAI Hostel

O que fazer – No primeiro dia, passeamos pelo Centro Histórico da cidade, que ficava a poucas ruas do hostel. Ouro Preto é bem complicada de explorar de carro, vale muito mais a pena ir a pé, e os pontos turísticos são na sua maioria próximos.  Visitamos a Praça Tiradentes, o Museu da Inconfidência, a Casa dos Contos, o Museu Casa Guignard, as Igrejas por ali e depois subimos para aproveitar a vista através dos mirantes e dos lugares mais altos da cidade. Não contratamos guia porque não julgamos necessário, já que algumas atrações contam com guias gratuitos, outras têm vários painéis explicativos e umas nem precisam de descrições!

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Cada um desses lugares foi particularmente muito interessante, muito mesmo! Bem conservados, bonitos aos olhos, organizados e cheios de arte e história. Uma coisa legal é que até mesmo as construções que geralmente seriam mais modernas, como os bancos e as redes de fast food, são instalados em imóveis antigos da região, tudo para não descaracterizar o estilo.

Nos outros dois dias, intercalamos passeios na cidade e idas às cachoeiras da região. A Cachoeira das Andorinhas merece destaque, é de fácil acesso, tem uma recepção para controle dos visitantes (fica dentro do Parque das Andorinhas, mesmo sendo gratuita) e além da parte linda à céu aberto, há uma parte subterrânea incrível. Em qualquer parte que você vá, vai encontrar uma vista rica de natureza, principalmente porque ela fica num ponto bem alto. Fomos também ao município vizinho, de Lavras Novas, que tem mais uma infinidade de cachoeiras, mirantes e muita trilha! Só que é inteligente contratar um guia, pois são bem mais complicadas de se chegar. Inclusive a Ecoventura diponibiliza jeeps e quadriciclos para alugar e dá pra passar um dia todo sem perceber! (Pretendo voltar esse ano e aproveitar melhor, depois conto mais!)

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Cachoeira das Andorinhas
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Mapa de Lavras Novas

Fizemos também o famoso passeio de trem até a cidade de Mariana e achei muito bom o custo-benefício (estudante paga meia). O interior do trem é muito charmoso, todo de madeira, e o visual da estrada é impressionante! Achei uma tarde suficiente para conhecer os pontos principais de Mariana. Compensa!

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À noite, a cidade oferece algumas opções de entretenimento, desde festas de repúblicas a bons restaurantes. No nosso caso, o Hostel fez uma festinha de confraternização um dia e nos outros saímos para comer por ali.

Onde comer – Visitamos todos os cafés daquela área, são muitos e cada um mais charmoso que o outro. Além deles, os chocolates também são muito atrativos. A Chocolateria Puro Cacau é tudo numa só, do tipo intimista e com um cardápio delecioso, é ótima para aproveitar durante o dia. Já a noite, o Porão Cervejaria, que fica abaixo dessa chocolateria, tem bebidas artesanais e pratos de preços acessíveis. Outra opção é o Café Geraes, um restaurante mais arrumadinho, muito bonito, que tem até shows de jazz. E o mais interessante é que quando você desce as escadas para o porão, encontra um bar bem mais informal, chamado Escadabaixo.

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Foi uma opção própria gastar nestes locais. Levamos alguns lanches de casa mesmo, almoçávamos em um pequeno restaurante por quilo, o Hostel oferecia café da manhã e disponibilizava a cozinha também. É uma alternativa para quem quer aproveitar mesmo com um orçamento menor.

Espero ter ajudado!